sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Em Extinção
Tigre Branco
(Panthera tigris)

  O URRO INFRASONICS

  O urro do Tigre é tão poderoso e aterrorizante que paralisa a vítima e pode até matar sem mesmo o Tigre o tocar.
  Originário da Sibéria Oriental, a vinte ou 30 mil anos o Tigre Branco vive em stepes geladas, floresta úmidas e bosques.
  O tigre Branco é um caçador solitário e noturno.
  O tigre branco vive em média 20 anos, sendo que o macho vive menos que a fêmea, por estarem sempre em confronto com outros machos por causa das presas. O tigre branco pesa perto dos 300 kg, tem 1 metro de altura e 3 metros de comprimento (sendo 80 cm só de cauda).
    Seu sentido mais aguçado é a audição. A vista do Tigre Branco é tão fraca que não distingue, além de cem passos; o olfato do tigre branco  praticamente inexiste. A alimentação do tigre branco é muito variada cervos, suínos e bovinos.
    Graças à camuflagem proporcionada pela coloração e o desenho de sua pelagem,o tigre branco pode aproximar-se de sua presa sem ser percebido.
    As fêmeas dos tigres branco atraem seus parceiros emitindo um rugido. O namoro entre eles nem sempre é violento e, às vezes, pode assumir uma forma muito carinhosa.
  A gestação do Tigre Branco dura de 103 a 105 dias, podendo nascer 2 ou 3 filhotes por vez. Apenas a fêmea do Tigre Branco cuida dos filhotes depois que eles nascem, mas se um macho estiver comendo e aparece um filhote, mesmo que não seja dos seus ele se afasta e deixa que o filhote coma de sua caça.
  Hoje o Tigre Branco está entre os animais com maior risco de extinção.
  Os tigres brancos não são albinos nem tão pouco subespécie separada, sendo o resultado de um gene recessivo . Eles têm olhos azuis, nariz num tom de rosa com pintas pretas, e pelagem branco com listras marrom claro.
  O tigre branco é uma variante de cor do tigre de Bengala, sendo muito raro encontrá-lo em liberdade na natureza, e que a maioria das vezes encontrado em zoológicos.
Filhotes do Tigre Branco

São raças distintas
CARACTERÍSTICAS:
Peso: 300 kg
Maturidade Sexual: Fêmea: 3-4 anos; Macho: 4-5 anos
Gestação: de 103 a 105 dias
Crias: 2 ou 3 filhotes por vez.
Corre à uma velocidade de até 80 km/h
podendo saltar a uma altura de 5 a 6 metros
Vida: Até 26 anos em liberdade
Tigre Albino
Filo - Chordata
Classe - Mammália
Ordem - Carnívoros.
Família - Felídeos
Reuters
]Tigre Branco
Reuters
Tigre Branco

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albinismo é uma característica recessiva que atinge entre 1% a 5% da população mundial. Esta condição genética ocorre em praticamente todo o reino animal inclusive nos seres humanos. Os indivíduos albinos sofrem de uma deficiência em uma enzima envolvida na produção da melanina. Essa característica ausência completa ou parcial deste pigmento na pele, unhas, cabelos e olhos, resultam muitas vezes em verdadeiras jóias vivas.
De uma forma geral, o albinismo é um evento muito raro e ema alguns casos é observado em um único indivíduo na espécie, como o caso do gorila albino Floco de neve, que morreu em 2003 no zoológico de Barcelona. Em cativeiro as chances de se fixar essa característica aumentam, pois em vida selvagem estes animais se tornam mais suscetíveis aos predadores por se destacarem muito em meio ao ambiente, e por vezes apresentarem problemas de visão.
Fizemos uma compilação de 20 fantásticos portadores dessa condição, veja só:
albino-1
albino4
albino2
falcaoesquilocorujaalbino-5

Alimentação[editar | editar código-fonte]

Os golfinhos são caçadores e alimentam-se principalmente de peixes e lulas, mas alguns preferem moluscos e camarões. Muitos deles caçam em grupo e procuram os grandescardumes de peixes. Cada espécie de peixe tem um ciclo anual de movimentos, e os golfinhos acompanham esses cardumes e por vezes parecem saber onde interceptá-los, provavelmente conseguem estas informações pela excreções químicas dos peixes, presentes na urina e nas fezes.

Ecolocalização[editar | editar código-fonte]

Ilustração animada da ecolocalização
Detalhes da anatomia – Legenda: Verde: Ossos do crânio, Azul: Espermacete ou Melão, Branco: Espiráculo
O golfinho possui o extraordinário sentido da ecolocalização, trata-se de um sistema acústico que lhe permite obter informações sobre outros animais e o ambiente, pois consegue produzir sons de alta frequência ou ultra-sônicos, na faixa de 150 kHz, sob a forma de cliques ou estalidos. Esses sons são gerados pelo ar inspirado e expirado através de um órgão existente no alto da cabeça, os sacos nasais ou aéreos. Os sons provavelmente são controlados, amplificados e enviados à frente através de uma ampola cheia de óleo situada na nuca ou testa, o Melão, que dirige as ondas sonoras em feixe à frente, para o ambiente aquático. Esse ambiente favorece muito esse sentido, pois o som se propaga na água cinco vezes mais rápido do que no ar. A frequência desses estalidos é mais alta que a dos sons usados para comunicações e é diferente para cada espécie.
Quando o som atinge um objeto ou presa, parte é refletida de volta na forma de eco e é captado por um grande órgão adiposo ou tecido especial no seu maxilar inferior ou mandíbula, sendo os sons transmitidos ao ouvido interno ou médio e daí para o cérebro. Grande parte do cérebro está envolvida no processamento e na interpretação dessas informações acústicas geradas pela ecolocalização.
Assim que o eco é recebido, o golfinho gera outro estalido. Quanto mais perto está do objeto que examina, mais rápido é o eco e com mais frequência os estalidos são emitidos. O lapso temporal entre os estalidos permite ao golfinho identificar a distância que o separa do objeto ou presa em movimento. Pela continuidade deste processo, o golfinho consegue segui-los, sendo capaz de o fazer num ambiente com ruídos, de assobiar e ecoar ao mesmo tempo e pode ecoar diferentes objetos simultaneamente.
A ecolocalização dos golfinhos, além de permitir saber a distancia do objeto e se o mesmo está em movimento ou não, permite saber a textura, a densidade e o tamanho do objeto ou presa. Esses fatores tornam a ecolocalização do golfinho muito superior a qualquer sonar eletrônico inventado pelo ser humano.A temperatura dele varia com a da água 28 a 30 °C.

Sono[editar | editar código-fonte]

Os golfinhos por serem mamíferos e apresentarem respiração pulmonar devem constantemente realizar ahematose a partir do oxigênio presente na atmosfera, tal fato obriga os golfinhos e muitos outros animais aquáticos dotados de respiração pulmonar a subirem constantemente à superfície. Uma das consequências desta condição é o sono baseado no princípio da alternação dos hemisférios cerebrais no qual somente um hemisfério cerebral torna-se inconsciente enquanto o outro hemisfério permanece consciente, capacitando a obtenção do oxigênio da superfície.

Géneros e espécies[editar | editar código-fonte]

Golfinho-de-Hector (Cephalorhynchus hectori)
Delfim-comum (Delphinus delphis)
Golfinho-pintado-pantropical (Stenella attenuata)
Golfinho-do-crepúsculo (Lagenorhynchus obscurus)
Orca (Orcinus orca)
Nota: Alguns membros da família dos golfinhos são designados popularmente como baleia ou boto; por outro lado, há golfinhos que não pertencem à família Delphinidae, como por exemplo o golfinho do Ganges.
  • A formação de uma placenta, um anexo que permite as trocas respiratórias e nutritivas entre o feto e a mãe, contribuindo para que aquele passe todo o seu período de desenvolvimento no interior do útero materno, livre dos perigos do meio exterior;
  • A caixa craniana (exceto nos mamíferos mais primitivos) é comparativamente maior;
  • O crânio tem dois côndilos ocipitais, o que não permite uma rotação tão ampla da cabeça sobre o pescoço, como se sucede com as aves;
  • O quadrado e ossos articulares servem à articulação nessa classe pelos ossículos do ouvido médio;
  • Circulação ampla e completa, com o coração apresentando 4 cavidades distintas.
  • Respiração pulmonar. 
  • Presença de diafragma separando a cavidade toráxica da cavidade abdominal;
  • Encéfalo altamente desenvolvido, mostrando numerosas circunvoluções que dão maior extensão à superfície ou córtex cerebral, onde se aloja a massa cinzenta;
  • Os dentes são diferenciados em caninos, molares e incisivos;
  • O seu crescimento é limitado;
  • O metabolismo dos mamíferos é mais elevado que o dos répteis, mas inferior ao das aves;
  • A coluna vertebral divide-se em cinco zonas específicas (cervical, toráxica, lombar, sagrada e caudal), permitindo movimentos de flexão e extensão no plano (vertical) de simetria do corpo, em vez de ondulações laterais, como nos anfíbios e répteis.
Portanto, através das características descritas acima, vimos que os mamíferos atuais são facilmente definidos, mas a história torna-se mais difícil se tivermos em conta todas as formas fósseis. Um Cinodonte evoluído é ainda um réptil ou já um mamífero? Desta forma designou-se só falar de mamíferos fósseis no caso de formas com articulação mandibular mamaliana. Os primeiros mamíferos assemelhavam-se a musaranhos, não conservando o porte imponente dos seus antepassados, os répteis mamalianos, que dominaram os ecossistemas terrestres durante milhões de anos. Apareceram no princípio do Jurássico e mantiveram dimensões reduzidas durante 130 milhões de anos. Contemporâneos dos Dinossauros, supõe-se que ocupavam nichos ecológicos especiais, onde não entravam em concorrência com os répteis. A sua fisiologia devia, aliás, favorecer uma atividade noturna.
Os mamíferos dividem-se em dois grupos distintos: os não-térios (agrupamento artificial, parafilético) e os térios (grupo natural, monofilético). Os térios: são representados pelos placentários e marsupiais. Conheça os mamíferos e suas repectivas ordens:
Artiodactyla
(ex.: Cervo-do-pantanal, veado-catingueiro, veado-de-cauda-branca ou cariacu, veado-campeiro, porco-do-mato ou cateto)
Carnivora
(ex.: Cachorro-do-mato-de-orelha-curta, cachorro-do-mato, guará, lobo-guará ou lobo-vermelho, gato-palheiro, onça-parda ou suçuarana, gato-do-mato-pequeno, gato-maracajá, doninha-amazônica, lontra, quati, onça-pintada, guaxinim ou mão-pelada, ariranha, cachorro-do-mato-vinagre)
Cetacea
(ex.: Baleia-jubarte, baleia-branca, baleia-de-bryde, cachalote, baleia-bicuda-de-cuvier, baleia-piloto-de-aleta-longa, cachalote-anão, orca, baleia-de-piloto-de-aleta-curta, baleia-azul, baleia-minke, baleia-sei, baleia-fin, boto-cor-de-rosa, toninho ou boto-cachimbo, boto-cinza, boto-de-burmeister, golfinho-de-nariz-garrafa, golfinho-de-fraser, golfinho-de-riso, golfinho-listrado, golfinho-climene, golfinho-pintado-tropical, golfinho-pintado-do-atlântico, golfinho-de-dentes-rugosos, golfinho-flíper, golfinho-rotator, golfinho-cabeça-de-melão, golfinho-comum)
Edentata
(ex.: Tatu-peba, tatu-canastra, tatu-cobra, tatu-de-rabo-mole-pequeno, tatu-de-rabo-mole-grande)
Lagomorfa
(ex.: Tapeti ou lebre)
Marsupialia
(ex.: Gambá-de-orelha-branca, gambá-de-orelha-preta )
Perisodactyla
(ex.: Anta)
Primates
(ex.: Macaco-Guigó, guariba, bugiu, macaco-aranha, macaco-aranha-preto, muriqui ou monocarvoeiro, uacari, uacari-preto, zogue-zogue, guigó ou sauá, calimico, sagüi-da-serra-escuro, sagüi-da-serra, sagüi-de-santarém, sagüi, mico-estrela, macaco-prego, macaco-prego-de-peito-amarelo, cuxiú-de-nariz-branco, cuxiú-preto, cuxiú, macaco-barrigudo, mico-leão-da-cara-dourada, mico-leão-da-cara-preta, mico-leão-dourado, parauacu-branco, macaco-da-noite ou jurupará, sagüi-de-duas-cores ou souim-de-coleira, bigodeiro, mico-de-cheiro)
Rodentia
(ex.: Porco-espinho, serelepe ou caxinguelê, paca, ouriço-preto, cotia ou cutia, capivara, rato-do-mato-furrugíneo, rato-do-mato, rato-candango, rato-do-mato-laranjeira)
Sirenia
(ex.: Peixe-boi ou guarabá ou peixe-boi-marinho)
Xenarthra
(ex.: Tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim ou tamanduá-de-colete, preguiça-de-coleira)

Redação Ambiente Brasil

História evolutiva[editar | editar código-fonte]

Os mamíferos são os atuais descendentes dos sinapsídeos, o primeiro grupo bem estabelecido de amniotas que surgiu no Carbonífero Superior. Os sinapsídeos apresentavam várias características mamíferas, notadamente a existência de uma única fossa temporal de cada lado do crânio e a diferenciação de dentes molares, mas no essencial, a sua anatomia manteve-se tipicamente reptiliana, com membros transversais, coanas e uma pequena cavidade neurocraniana.
Cynognathus, um cinodonte do Triássico
Mammaliaformes


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––Mammalia






A classe Sinapsida compreendia duas ordens: a Pelicosauria, um grupo mais primitivo; e a Therapsida, chamada também de répteis mamalianos evoluídos, que representam a transição para os verdadeiros mamíferos. Dentro da última, encontram-se os cinodontes, grupo que serviu de transição entre os répteis e os mamíferos. Nos cinodontesobservam-se vários traços mamalianos, como a fossa temporal aumentada, o número de ossos que forma a parte superior do crânio é reduzido, diferencia-se o palato secundário, a parede do neurocrânio modifica a sua organização, e os dentes tornam-se cada vez mais complexos e especializados.
Os primeiros mamíferos, ou mamaliformes como são tipicamente conhecidos, apareceram no período Triássico. Durante todo o restante da era Mesozoica, estes primitivos mamíferos, conhecidos em sua maioria por poucos esqueletos e de considerável número de crânios, mandíbulas e dentes, foram animais de tamanho diminuto e ecologicamente insignificantes. Entretanto, sua contribuição foi especialmente importante para a evolução, pois foi durante o final do Jurássico e início do Cretáceo que estes animais estabeleceram as características básicas mamíferas que levaram a uma tremenda variedade de formas que viveram durante a era Cenozoica.
Houve dois grandes períodos de diversificação dos mamíferos durante a era Mesozoica. O primeiro, englobando o final do Triássico e o Jurássico e estendendo-se pelo Cretáceo Inferior, produziu formas de transição do estágio reptiliano para o mamífero, conhecidas como mamaliformes, que em sua maioria, não sobreviveu além da era Mesozoica. A segunda radiação, a qual ocorreu no Cretáceo Médio, foi composta de mamíferos mais derivados, ou seja os verdadeiros mamíferos, incluindo os primeiros térios.
Os mamíferos estão distribuídos praticamente em todas as regiões do globo terrestre, incluindo a Antártida, onde focas são encontradas na sua zona costeira. No polo norte, têm sido encontrados ursos-polares (Ursus maritimus) até 88°N e focas-aneladas(Phoca hispida) têm alcançado as vizinhanças do Pólo Norte. Mamíferos são encontrados em todos os continentes remanescentes, em praticamente todas as ilhas, e em todos os mares e oceanos da Terra.
Mamíferos marinhos podem ser encontrados a uma profundidade de até 1000 metros, enquanto mamíferos terrestres podem ser vistos do nível do mar até elevações acima dos 6500 metros. Eles estão distribuídos em todos os biomas, incluindo tundradesertossavanasflorestasEspécies de várias famílias têm se adaptado ao modo de vida aquático em pântanoslagos e rios. Eles estão presentes, tanto abaixo da superfície terrestre, no caso de animais subterrâneos e escavadores, quanto acima dela, nos galhos das árvores no caso dos animais arbóreos, ou nos céus, através do vôo, no caso dos morcegos.
A distribuição geográfica dos mamíferos é muito variada. A ordem Tubulidentata, cujo único representante é o porco-da-terra (Orycteropus afer) é endêmica da África. Osmonotremados (ornitorrinco e as equidnas) e quatro ordens de marsupiais (DasyuromorphiaNotoryctemorphiaPeramelemorphiaDiprotodontia) estão confinados à região australiana. Duas ordens de marsupiais (Paucituberculata e Microbiotheria) são encontradas somente numa área restrita da América do Sul. As duas maiores ordens, RodentiaChiroptera, ocorrem naturalmente em todos os continentes, exceto Antártida, e foram os únicos a terem alcançado muitas ilhas oceânicas. Artiodátilos e carnívoros ocorrem em todos os continentes, exceto Antártida e Austrália, embora representantes de ambos tenham sido introduzidos na Austrália. Os cetáceos e os pinipédios são os grupos mais amplamente distribuídos pelo planeta.
Variação similar ocorre no nível de família e espécie. Nenhuma espécie de mamífero é naturalmente cosmopolita, ou seja, ocorra em todo o mundo, embora algumas espécies tenham uma ampla distribuição cobrindo vários continentes. O lobo (Canis lupus) e a raposa-vermelha (Vulpes vulpes) são os animais terrestres mais amplamente distribuídos cobrindo grande parte do Hemisfério Norte. No Novo Mundo, a onça-parda (Puma concolor) apresenta a maior distribuição, ocorrendo do Canadá ao Chile. No outro extremo, certas espécies possuem distribuição restrita, não passando de poucos quilômetros quadrados, como por exemplo, a toupeira-dourada da África do Sul.
Outros mamíferos apresentam uma distribuição descontínua. Ela pode ser natural, como é o caso da lebre-da-eurásia (Lepus timidus) que habita as regiões polares e boreais da Eurásia, mas uma população é encontrada nos Alpes, uma relíquia da última era glacial. Ou pode ser um fenômeno induzido pelo homem, como no caso do leão (Panthera leo), que atualmente é encontrado em partes da leste e sul da África e na Índia, mas que já habitou o norte da ÁfricaOriente Médio, sul da Europa e sul da Ásia, e até mesmo aAmérica do Norte, no final do Pleistoceno.
A diversidade e a riqueza da fauna mamífera são influenciadas por diversos fatores complexos combinados, entre eles, a história evolutiva, o grau de isolamento e a complexidade do habitat.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Mamíferos - Reprodução e características desses animais
Fotos: Reprodução
Os mamíferos constituem o grupo mais evoluído do reino dos Cordados. A palavra mamífero vem do latim e foi designado por significar ‘’portador de mama’’. Característica particular dessa classe, as glândulas mamárias são capazes de produzir e armazenar leite na fêmea para alimentar seus filhotes. Mas não é apenas essa característica que eles possuem em especial.

Características

A existência de pelos recobrindo a pele do corpo, que serve de proteção térmica; desenvolvimento do filhote no interior do útero; presença de placenta, que é um órgão responsável por alimentar o feto, levando nutrientes da mãe; presença do diafragma, um músculo respiratório que se encarrega de definir os movimentos que ocorrem durante a respiração.
A pele dos mamíferos possui duas camadas principais. A epiderme, formada por várias camadas de células e que acumula uma proteína resistente chamada queratina; e a derme, que fica localizada sob a epiderme e possui vasos sanguíneos, nervos sensoriais e glândulas. As glândulas também são próprias dos mamíferos e podem ser sebáceas, que produzem substâncias que lubrificam  o pelo e possuem odores que servem para a comunicação; ou sudoríparas, que tem como função principal regular a temperatura do corpo.
Uma das características dos mamíferos é sua digestão completa, começando pela boca e terminando pelo ânus. Também tem circulação completa, além de ser dupla e fechada e o coraçãopossui dois átrios e dois ventrículos.
Eles também são considerados animais inteligentes, capazes de estar sempre em aprendizado e flexionando seu comportamento, além de serem considerados mais ágeis que os outros animais. Vale ressaltar que alguns mamíferos aguçam determinado tipo de sentido, como a onça, que possui olfato bastante apurado.

Reprodução dos mamíferos

Na maioria dos animais a reprodução é precedida do ritual de acasalamento, no caso dos mamíferos, sem muitas particularidades. A fecundação é interna e seu desenvolvimento é direto. A maioria dos mamíferos é vivípara, ou seja, o embrião se desenvolve por completo dentro do corpo da mãe e já nascem  com formato bem similar ao que terão quando adultos.
No corpo da mãe, mais necessariamente dentro da placenta, o feto recebe oxigênio e nutrientes suficientes para seu crescimento, isso é possibilitado pela presença do cordão umbilical. Porém nem todos os animais possuem placenta, e por isso estes põem ovos. É o caso dos ovovivíparos, que tem parte do desenvolvimento no interior da mãe e parte no ambiente externo. E também é o caso dos vivíparos, sendo estes de desenvolvimento externo.
Assim, quanto à reprodução, os mamíferos tem a seguinte classificação:
  • Placentários: esse é sem dúvida o maior grupo de mamíferos. No útero da fêmea o desenvolvimento se dá através da placenta. Os placentários nascem em estágio avançado de desenvolvimento.
  • Marsupiais: não existe placenta nos animais representantes desse grupo. As fêmeas possuem sistema reprodutor duplo, com dois úteros e duas vaginas. Ao nascerem, os filhotes não estão totalmente desenvolvidos, e a partir daí vão terminar de se desenvolver dentro de uma bolsa externa do corpo da fêmea, chamada de marsúpio.
  • Monotremados: Esses produzem ovos similares aos dos répteis, mas nesse caso, nasce um pequeno embrião que se desenvolverá numa bolsa. Nas fêmeas de monotremados, em especial, não há presença de mamilos, e por isso expelem o leite por aberturas na pele.